Um poço, escuro mas repleto de pessoas, o bom senso está em extinção e a ignorância reina soberanamente. Ainda piores que vampiros matam sem sulgar o sangue, pouco a pouco a face se debate e a morte bate a porta, aquela morte em que o corpo continua de pé e as feridas marcam a alma. E as palavras lançadas como sementes não se tornam estéris na mente.
Muitos preconceitos, muitos já desfeitos outros insistem em existir, em nossos dias há uma guerra fria, há aqueles que choram aprisionados em currais imundos do preconceito, suplicas que ninguém vê.
Meu débil estilo de vida voltou a mim como um bumerangue, o vírus do preconceito é altamente contagioso. Sentimos agora o odor fétido da discriminação
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