Celebro mais um erro da mente e uma vitória do destino. Numa interminável luta alcancei vários sonhos, várias metas, perdi muitas batalhas, mas creio que a luta maior ainda há de vir. Acredito Nele, acredito que soprou em minhas narinas o fôlego de vida, pôs em minha mente a sabedoria, a mansidão, o domínio próprio e com sua imensa grandeza me considerou parte de si.
Gosto das minhas lembranças, minhas musicas, minha gente, gosto da sua saia, de minhas mãos por entre seus louros cabelos longos, suas curvas, sua mansa voz e o jeito como seu corpo encaixa perfeitamente em meus braços.
Vivo a apenas uma década e sete anos, não posso conceituar o amor e nem a vida, já caí diversas vezes mas há algo dentro de mim que me faz acreditar. Hoje sinto minhas forças se renovarem por entre as cordas do violão em cada acorde deixo uma parte de mim, e então jogo minhas lembranças ao vento para que voltem a mim quando delas eu precisar.
Compactando tudo somente numa palavra esta seria o mar. Imenso, inexplicável, suave, salgado, às vezes gelado às vezes quente, profundo, mas alcançável até certo ponto.
Em meio a este carnaval da vida e envolto pela concupiscência da carne, dirijo-me aos meus sonhos e invoco-lhe paciência. Porque viver não se trata apenas de seguir rumo às conquistas, mas de pelejar contra a maré e descansar em pontos estratégicos.
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