O fulgor da contemporaneidade urbana roçando as pernas, esbanjando o esplendor da arte
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Under
Eu a vejo, derramando sobre o solo seco suas lágrimas de solidão. Apaixonou-se pelo sol e está destinada a viver do outro lado, debaixo, encarcerada.
E então como a lua eu acendi as estrelas para não me sentir sozinha.
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